Rosalind Krauss constrói, ao longo de The Originality of the Avant-Garde and Other Modernist Myths, uma arqueologia da repetição. Ao invés de tratar a originalidade como um dado natural do gênio, ela a vê como um discurso culturalmente produzido e historicamente necessário para o modernismo. Dentro desse sistema, alguns artistas — em momentos distintos do […]
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