Para Benjamin, “método” e “estilo” não são ornamentos da crítica: são a própria condição de sua verdade e eficácia pública. Em seus fragmentos do “Programa da crítica literária” (1929–1930), ele formula um conjunto de regras operacionais – às vezes telegráficas, mas muito precisas – que redefinem como escrever crítica e como fazê-la intervir no mundo. […]
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