A organização coletiva tem sido uma das formas mais potentes de ação na arte contemporânea brasileira. Frente à desigualdade de acesso, à concentração institucional e à exclusão histórica de narrativas dissidentes, os coletivos se constituem como espaços de criação compartilhada, articulação política e produção de novos imaginários. Atuando em diferentes linguagens, regiões e contextos sociais, […]
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