Quando o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro foi consumido pelas chamas em julho de 1978, o Brasil perdeu não apenas um acervo: perdeu a ilusão de que o modernismo europeu, transplantado para o trópico, era suficiente para dar conta da complexidade cultural do país. Das cinzas daquele incêndio, Mário Pedrosa — crítico […]
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